O PLANETA EXISTE SEM A HUMANIDADE, MAS A RECÍPROCA NÃO É VERDADEIRA. CABE ÀQUELES QUE TÊM CONSCIÊNCIA, ILUMINAR O CAMINHO – SEM SOLIDARIEDADE NÃO HÁ SOCIEDADE. UNIDOS SOMOS MAIS FORTES. CIDADE SUSTENTÁVEL JÁ!


segunda-feira, 2 de maio de 2011

O meio ambiente que nos acolhe

Há um sinal trágico de responsabilidade social mundial em importância projetada nas microrregiões onde a proteção ao meio ambiente é ignorada. Há um murmúrio perigoso sobre a criação de um organismo internacional regulador do assunto, quando o Protocolo de Kyoto e a Agenda da Cidade Sustentável foram ignorados por anos a fio. O que prevalece ao mundo das nações é o dinheiro, quando muito uma plantinha na jardineira de um palácio qualquer.
Urge um projeto em malha de interferência com expectativa do desenvolvimento econômico nas regiões e uma preservação ambiental com suas evoluções etárias, em face de haver um período evolutivo no planeta alterando os biomas. Desta forma a lei seria respaldada por uma leitura vinculada à representação gráfica, estabelecendo cientificamente uma estanqueidade de atitudes – sem espaço para distorções e infrações grosseiras.
Há um temor profundo no âmago dos profissionais decentes quanto à banalização da sobrevivência do meio ambiente e o desenvolvimento sustentável diante do corrupto cenário mundial atual – será necessária a moralização da vida -, observe que até os sítios de guerra em perfis inóspitos e áridos por longos períodos, infelizmente, podem se assemelhar a qualquer região do mundo que desrespeite as normas básicas de consciência ambiental.
Há dois aspectos fundamentais para avaliação, a saber: que significado tem um organismo institucional que não defende a verdade científica a que se propõe e porque não há mapeamento definitivo e incontestável (sobre jurisprudência criminal) definindo a proteção ambiental?
Pelo texto da lei e estatuto vigente o funcionário público que não cumpre sua função sofre penalidades previstas, logo, jamais aconteceria parecer favorável ao erro como é o caso de muitos empreendimentos obstruindo rios e dizimando florestas em detrimento a um caminho energético que carece de postura fielmente científica.
Será mais uma conferência mundial para resolver coisa alguma e carimbar o óbito do planeta desenhado sobre muitas notas de valores monetários mundiais com a assinatura de seus ilustres gestores – triste fim da humanidade!