O PLANETA EXISTE SEM A HUMANIDADE, MAS A RECÍPROCA NÃO É VERDADEIRA. CABE ÀQUELES QUE TÊM CONSCIÊNCIA, ILUMINAR O CAMINHO – SEM SOLIDARIEDADE NÃO HÁ SOCIEDADE. UNIDOS SOMOS MAIS FORTES. CIDADE SUSTENTÁVEL JÁ!


sábado, 1 de outubro de 2011

Espaço perfeito

Escorrer o deserto pelos dedos sempre traz o “ponto zero” do raciocínio: “ser ou não ser...” para arrancar “Shakespeare” definitivamente da alma e seguir a vida como um trem bala sem estação. Ou beber toda água das ondas do mar que derrubam os sonhos e os castelos de areia das paixões e amores das fábulas. Então, o olhar passeou pela Natureza fascinante de entorno (céu, terra, árvore, flores, frutas, pássaros, lagos, etc.) e caiu por atração na linha do horizonte, fixamente apaixonado pelo nada. Quem escapa ao êxtase que a vida propõe? 
Cada minuto pinga no pensamento um sinal, uma referência de bem estar, que ao chegar às profundezas do ser aumenta a capacidade de se expandir na medida em que se torna simples – a felicidade é um caminho simples! A preocupação a respeito do que somos ou o que podemos ser multiplica sobremaneira os dados, os quais vão formando nós, que por conseguinte desdobram novos nós. Só precisamos do ponto para encontrar a “Verdade Universal”! 
Concluindo, a paixão, a Natureza, o “ponto zero”, o amor, a felicidade, o simples, o nó, todos unidos representam a “Verdade Universal”! Multiplicidade é beleza se não escraviza a mente. Suavidade é paz se não cai na acomodação. Silêncio é encontro se não permite a indiferença. Paixão é prazerosa se não alimenta dependência. Amor é único – o começo e o fim de tudo – o nada e o tudo. Um espaço perfeito de convivência precisa ter essa linguagem, transcender em si mesmo através do usuário. Vale uma dança solta pelo espaço que nos acolhe!