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quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Cuidado com a bandeira que você carrega

Esse alerta é bem oportuno aos que adoram vestir uma nação. É fundamental conhecer a história daquela forma confeccionada numa superfície como um tecido, papel ou outros materiais. Não há bandeira que seja dissociada de uma música, uma história e um lugar. As guerras assim como as festas de independência, as manifestações sócio-políticas e as competições esportivas, os prédios públicos e os estádios há muitos lugares onde as bandeiras tremulam e os mais diversos motivos. Existe uma sensação de honra, poder, apego, ambição, enfim uma infinidade de momentos em sentidos. Mas e a essência desse símbolo enquanto referência patriótica?
Filosofias, profissões, celebridades, produtos e muito mais interesses elevam a bandeira pelo território de uma nação e fora dela como se carregassem a terra toda, aquele chão que deveria ser a vida de muitos e, hoje, é a sobrevivência de poucos. Em que momento exatamente ela serviu mais para estancar sangue, cobrir crianças do frio ou até mesmo enterrá-las pelo óbito precoce de inanição?
Há terras fora do planeta que carregam bandeiras como se estender o pé no Todo fosse abrandar a destruição insana produzida aqui mesmo, numa das partes. 
Mundo incoerente que leva algo que não sabe, morre pelo que não entende, mata pelo que acha que é seu e não percebe que uma bandeira tremula sozinha, bem no alto do mundo; não desgasta nem perde as suas cores. Ela é bem vinda em qualquer lugar e ao envolver-se nela, descobre-se o “Universo Perfeito” de presente numa só vez, só porque a sua inscrição foi feita em letras que aumentam à medida que se aproximam dela e a textura da superfície onde ela se encontra é o coração. É a bandeira de todas as pátrias: o amor! Esta bandeira está esperando quem viva por ela, assim ela espera e espera e espera...